Mestrado em Segurança Internacional no Portugal

Veja Mestrados em Segurança Internacional no Portugal 2017

Segurança Internacional

Um mestrado pode ser feito após o termino de um programa de graduação. Para obter um mestrado, você precisa completar de 12 a 18 matérias na faculdade que geralmente envolvem a conclusão de testes e/ou de uma tese.

Melhores Mestrados em Segurança Internacional no Portugal 2017

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Mestrado em Ciência Política

ISCSP - Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas
campus Período integral October 2017 Portugal Lisboa

No quadro dos objectivos estratégicos do ISCSP-UTL quanto à oferta formativa de II Ciclo e na sequência dos objectivos traçados ao nível da política para o ensino superior nos termos do Processo de Bolonha , definiram-se os seguintes objectivos: [+]

Melhores Mestrados em Segurança Internacional no Portugal 2017. Objetivos No quadro dos objectivos estratégicos do ISCSP-UTL quanto à oferta formativa de II Ciclo e na sequência dos objectivos traçados ao nível da política para o ensino superior nos termos do Processo de Bolonha , definiram-se os seguintes objectivos: Aprofundamento de competências Tal como para a licenciatura em Ciência Política, este objectivo corresponde à configuração nuclear do Processo de Bolonha, quando elege a passagem de um paradigma de ensino baseado na transmissão de conhecimentos para um paradigma baseado na aquisição de competências que, no caso do II Ciclo, devem ser reforçadas por forma a assegurar que o estudante adquira uma especialização de natureza académica (artigo 18.º do Decreto-Lei n.º 74/2006). Este objectivo presidiu à elaboração do novo plano de estudos, uma vez que a sua estrutura privilegia o aprofundamento de competências que consolidam os perfis de formação de natureza instrumental e, sobretudo, de natureza específica. Aposta na especialização funcional Este objectivo traduz a necessidade de reforçar o perfil da formação de natureza específica (elevando os padrões de exigência e rigor), por forma a orientar o estudante para percursos de especialização académicos que possibilitem um melhor domínio das ferramentas teóricas e práticas necessárias à aplicação e integração de conhecimentos em domínios específicos da Ciência Política com elevados níveis de exigência profissional. Reforçar as valências de investigação O plano de estudos assume, como orientação de fundo, a aposta no reforço das valências de investigação do estudante. Para além de se constituir como uma valência diferenciadora em relação ao I ciclo de estudos pretende-se, essencialmente, dotar o estudante de perspectivas teóricas, analíticas e metodológicas avançadas que sirvam de suporte à concepção e implementação de projectos de investigação, quer no domínio académico quer no domínio profissional. Reforço do estimulo e do apoio à auto-aprendizagem Pretende-se, com este objectivo, reforçar os percursos de auto-aprendizagem iniciados no I Ciclo, no sentido de estimular o estudante a desenvolver trabalho autónomo ao nível cognitivo e avaliativo. Ajustamento dos métodos pedagógicos Este objectivo associa-se directamente à mudança do paradigma de ensino (tal como equacionado para a licenciatura em Ciência Política), que requer um empenhamento renovado do corpo docente no ajustamento dos métodos pedagógicos àquele paradigma e aos objectivos agora definidos. Preparação para estudos avançados Este objectivo inscreve-se na necessidade de complementar e reforçar a preparação científica dos estudantes no sentido de os preparar para o percurso de estudos avançados (doutoramento). Aposta na especialização funcional Condições de acesso São admitidos à inscrição no curso titulares do grau de licenciado ou por equivalência legal; Detentores de um currículo científico ou profissional reconhecido pelo Conselho Cientifico. Critérios de Seriação das Candidaturas Para candidatos titulares de grau académico a. Afinidade do grau já obtido com a área disciplinar do curso a que se candidata; b. Média mais elevada no grau académico já obtido; c. Análise curricular, nos termos constantes na ata nº 360 deste Conselho. Para candidatos não titulares de grau académico Nestes casos seguem-se os critérios aprovados pelo Conselho Científico na sua reunião extraordinária de 4 de Novembro de 2010, constantes da ata nº 360. [-]